Quem conhece a Vila
O que dizem quem já viveu a tarde aqui
Depoimentos de moradores, associados e familiares sobre o dia a dia na Vila Sossego.
Voltar ao inícioDepoimentos
Palavras de quem está por perto
Maria das Rosas Ferreira
Filha de moradora — Moinhos de Vento, POA
Minha mãe passou a vida inteira dizendo que nunca iria para uma dessas casas. Quando conheceu a Vila Sossego, pediu para ficar. A comida, o jardim e o jeito calmo das pessoas fizeram toda a diferença. Ela diz que as tardes ali são as melhores do dia.
Junho de 2025
João Luiz Oliveira
Morador — Residência da Tarde
Vim pela Estada Visitante, achei que ia ser dois dias esquisitos, e acabei pedindo para ficar. Gosto especialmente do café da manhã — quente, com pão feito aqui. E de que ninguém me obriga a fazer nada. Fico na varanda o tempo que quero.
Junho de 2025
Ana Paula Dorneles
Filha de associada — Bela Vista, POA
Minha mãe faz o Chá da Tarde às terças, quintas e sábados. Antes ela ficava em casa o dia inteiro sem ter com quem conversar. Agora ela comenta as coisas da semana com a equipe e com as outras pessoas. Melhorou muito o humor dela.
Maio de 2025
Celso Siqueira
Filho de morador — São Paulo, SP
Moro em São Paulo e meu pai está na Vila há oito meses. A diferença de ter uma equipe que responde, que me liga quando tem alguma coisa, que não some atrás de um formulário — isso não tem preço. Eu durmo tranquilo sabendo onde ele está.
Junho de 2025
Inês Ramos
Moradora — Residência da Tarde
Tenho 79 anos e moro na Vila há três. Nunca me senti velha aqui, só descansada. A varanda do meu quarto dá para o jardim. De manhã tomo café ali. É a coisa mais simples do mundo e é o que faz tudo valer a pena.
Maio de 2025
Fernando Nascimento
Irmão de moradora — Petrópolis, POA
Visitei minha irmã três vezes nos últimos meses. A cada visita ela está mais bem disposta. A equipe sempre me recebe bem, me conta como ela está. É pequeno, é pessoal, é o que a gente queria para ela.
Junho de 2025
Histórias reais
Três jornadas que começaram com uma visita
O ponto de partida
Dona Tereza, 82 anos
Após o falecimento do marido, Dona Tereza passou seis meses sozinha em um apartamento grande. Filhos no Rio de Janeiro, rotina difícil e dias cada vez mais longos e silenciosos.
Como veio para a Vila
A filha ligou para a Vila sem muita esperança. Conversamos por telefone por quase uma hora. Dois dias depois, Dona Tereza fez a Estada Visitante. Na manhã do segundo dia, ela mesma pediu para falar sobre a residência mensal.
Hoje, um ano depois
Dona Tereza participa do grupo de bordado às quartas-feiras e tem o hábito de regar as plantas do jardim toda manhã. A filha visita mensalmente e diz que está mais tranquila do que em muito tempo.
O ponto de partida
Seu Artur, 76 anos
Morava com a filha, mas a dinâmica da casa com netos pequenos estava ficando difícil. Todos com boa intenção, mas sem espaço de silêncio e descanso que Seu Artur precisava.
A transição
A família optou pela modalidade Chá da Tarde por três meses antes de considerar a residência. Seu Artur vinha às terças e quintas, almoçava, jogava dominó e voltava para casa. Com o tempo, pediu para adicionar uma terceira visita semanal.
A decisão foi dele
Depois de quatro meses como associado, Seu Artur decidiu pela Residência da Tarde. "Aqui é mais quieto", ele disse. A filha visita toda semana e jantam juntos na Vila às sextas.
Números que contam histórias
Uma trajetória construída com cuidado
15+
anos de funcionamento
200+
pessoas acolhidas ao longo dos anos
4,8★
avaliação média das famílias
92%
renovam o contrato anualmente
Telefone
+55 51 3346-8172Endereço
Rua 24 de Outubro 1358, Porto Alegre/RS
Atendimento
Seg–Sex 8h–18h · Sáb 9h–13h
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